Boa notícia para os trabalhadores: Governo pode liberar R$ 300 bilhões em crédito consignado!

O Governo Federal está em processo de reformulação de políticas relacionadas ao Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). Uma das mudanças propostas é a substituição da modalidade conhecida como saque-aniversário pelo crédito consignado. Essa proposta visa oferecer uma nova alternativa financeira aos trabalhadores, utilizando o FGTS como garantia para empréstimos.

Com a implementação desta mudança, trabalhadores como empregados domésticos e autônomos poderiam ter acesso a condições de crédito que antes não estavam disponíveis para eles. O uso do FGTS como garantia em operações de crédito tem o potencial de liberar até R$ 300 bilhões, conforme projeções iniciais, promovendo um impacto significativo no mercado financeiro.

Quais são os objetivos da mudança proposta?

A mudança visa resgatar a função original do FGTS como uma forma de proteção ao trabalhador, de acordo com as declarações do ministro Luís Marinho. Além de servir como garantia para crédito consignado, o FGTS continuará a priorizar investimentos em habitação e infraestrutura. O objetivo é permitir que, em caso de demissão, o trabalhador utilize o FGTS como garantia, facilitando o acesso a dinheiro em momentos de necessidade.

A proposta permite que o trabalhador escolha a instituição financeira com as condições mais vantajosas, eliminando a necessidade de acordos prévios entre empresas e bancos. Isso pode resultar em condições de crédito mais favoráveis para quem utiliza o FGTS como garantia.

Como se aplica o saque-aniversário atualmente?

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Créditos: depositphotos.com / Piter2121

O saque-aniversário é uma modalidade que permite ao trabalhador sacar parte do saldo do FGTS anualmente, no mês de seu aniversário. Contudo, ao optar por esta modalidade, o trabalhador perde o direito de sacar o valor depositado pela empresa em caso de demissão sem justa causa, mantendo somente a multa rescisória de 40% que continua sendo paga.

Os saques podem ser realizados desde o primeiro dia útil do mês de aniversário até o último dia útil do segundo mês seguinte. Se o trabalhador não retirar o valor neste prazo, ele será retornado para suas contas do FGTS. A adesão ao saque-aniversário é voluntária e pode ser feita por meio do aplicativo oficial do FGTS ou em agências bancárias.

O que muda para o trabalhador com a nova proposta?

Com a nova proposta, o trabalhador terá mais flexibilidade ao utilizar seu FGTS como garantia para empréstimos, especialmente em situações de demissões. Além disso, a escolha de instituições financeiras com melhores taxas pode resultar em economia significativa para o trabalhador. Este modelo de crédito também pode incentivar uma maior mobilidade no mercado de trabalho, dado que há uma redução na dependência de um único benefício em caso de demissão.

O projeto ainda está em fase de discussão, dependendo da conclusão de negociações e do anúncio do corte de gastos para que possa entrar em vigor. A expectativa é que, ao promover maior inclusão financeira e melhores condições de crédito, a medida beneficie especialmente trabalhadores que hoje possuem acesso limitado a essas ferramentas financeiras.

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