Ibovespa Ao Vivo: Bolsa cai após Caged; WEGE3 recua e ABEV3 sobe

Ao Vivo - Acompanhe a Bolsa em tempo real: Ibovespa cai

Ibovespa hoje

  • Ibovespa recua aos 125,5 mil pontos, dólar comercial sobe a R$ 5,78 e juros futuros avançam.
  • Caem as ações de bancos, enquanto Vale (VALE3) sobe e Petrobras (PETR4) oscila.
  • Após balanços, WEG (WEGE3) lidera perdas, com -6%, e Ambev (ABEV3) lidera ganhos, com +5%.
  • Brasil abre 137.303 vagas formais de trabalho em janeiro, bem mais do que o esperado.

Confira as últimas dos mercados

update 11h35

Percepção econômica piora nos principais colégios eleitorais, aponta Quaest

Pesquisa aponta alta insatisfação com economia e preços de alimentos; IPCA-15 acelera 1,23% em fevereiro.

update 11h34

Ações de Petrobras renovam mínimas; PETR3 cai 0,34% e PETR4 perde 0,11%

update 11h31

VIX: índice de volatilidade nos EUA recua 1,18%, aos 19,20 pontos

update 11h30

Principais índices em Nova York abrem dia com ganhos curtos

Investidores em Wall Street vão às compras com cautela, à espera dos números trimestrais de Nvidia, a queridinha do setor de tecnologia, que sai hoje, após o fechamento do mercado. Os investidores pisaram no freio nos últimos pregões, com a confiança do consumidor mostrando uma queda brusca em fevereiro.

  • Dow Jones: +0,08%
  • S&P 500: +0,30%
  • Nasdaq: +0,41%
update 11h30

Grandes bancos operam de forma mista; ITUB4 sobe 0,03%, SANB11 avança 0,34%, BBDC4 cai 0,93% e BBAS3 perde 0,50%

update 11h24

Ações de Petrobras operam mistas; PETR3 cai 0,02% e PETR4 sobe 0,29%

update 11h23

Ibovespa amplia perdas, com -0,48%, aos 125.378,22 pontos

update 11h20

Mais uma mínima: Ibovespa cai 0,36%, aos 125.527,98 pontos

update 11h14

Ibovespa renova mínima, com -0,33%, aos 125.557,72 pontos

update 11h14

Klabin (KLBN11): resultados do 4T24 em linha, olhos se volta para 2025

“Após um 3T24 desafiador para a Klabin (KLBN11), particularmente na divisão de celulose, notamos que o desempenho operacional melhorou no 4T24, com a produção de celulose aumentando em +25% trimestralmente”, diz o Bradesco BBI. “Olhando para o futuro, embora os preços de celulose realizados potencialmente mais altos devam dar suporte aos resultados da divisão, continuamos esperando um arrefecimento na atividade doméstica, o que provavelmente impactará os volumes nos segmentos de papel e embalagem. No geral, mantemos nossa abordagem seletiva para o setor de celulose e papel da América Latina, preferindo a Suzano (outperform) à Klabin (neutral).

update 11h13

Mais uma mínima: Ibov cai 0,29%, aos 125.619,13 pontos

update 11h11

Ações de Vale (VALE3) vão à máxima, com +1,09%, a R$ 57,69

update 11h10

Ações de Eletrobras operam nas mínimas; ELET3 cai 0,90% e ELET6 perde 0,36%

update 11h09

Banco Central informa segunda parcial PTAX com compra a R$ 5,7747 e venda a R$ 5,7753

update 11h07

Efeito balanços: WEG (WEGE3) é a maior queda do Ibov, com -7%, e Ambev (ABEV3) a maior alta, com +4%

update 11h05

Dólar comercial renova máxima, com +0,38%, a R$ 5,776

update 11h02

Ibovespa renova mínima, com -0,25%, aos 125.660,22 pontos

update 11h00

Investidor estrangeiro aportou R$ 847 milhões na B3 em 24/02

Em fevereiro, foram aportados até agora R$ 4,23 bilhão. No acumulado deste ano, o saldo dos recursos dos investidores estrangeiros está positivo em R$ 11,05 bilhões.

update 10h57

Nova mínima: Ibovespa cai 0,19%, aos 125.738,01 pontos

update 10h53

StoneX vê recuperação de vendas de gasolina no Brasil e queda para etanol hidratado em 2025

O consumo de gasolina C no Brasil deverá se recuperar em 2025, com alta de 3,4% na comparação com 2024, para 45,7 bilhões de litros, enquanto o combustível concorrente, o etanol hidratado, verá uma redução na demanda após disparada no ano passado, avaliou nesta quarta-feira a consultoria StoneX. Em relatório, a StoneX projetou uma queda de 1,8% no consumo de etanol hidratado, para 21,2 bilhões de litros, com uma menor competitividade frente à gasolina C, que conta atualmente com uma mistura de etanol anidro de 27%. Este é o “fator chave para a retração”, afirmou a StoneX, após as vendas do etanol hidratado pelas distribuidoras terem saltado 33,4% em 2024 ante 2023, segundo dados oficiais. O preço médio do etanol nas usinas do Estado de São Paulo, principal produtor e consumidor no país, aumentaram mais de 30% para 2,85 reais por litro, em termos nominais, na comparação com o mesmo período do ano passado, segundo dados do centro de estudos Cepea. Nas bombas dos postos, o preço médio do etanol no país havia subido pouco mais de 20% até o início de fevereiro, na comparação com o mesmo período do ano passado, segundo o Índice de Preços Edenred Ticket Log (IPTL). Já o preço médio da gasolina nas bombas subiu menos, registrando avanço de cerca de 10%, na mesma comparação.

update 10h48

Ibovespa renova mínima, com -0,13%, aos 125.813,41 pontos

update 10h44

Ibovespa renova mínima, com -0,10%, aos 125.847,39 pontos

update 10h42

VIX: índice de volatilidade na Bolsa brasileira sobe 0,38%, aos 15,79 pontos

update 10h42

Após dados de emprego, Ibovespa mantém leve queda de 0,07%, aos 125.893,95 pontos

update 10h39

Dólar comercial renova máxima, com +0,23%, a R$ 5,768

update 10h39

Gastos do governo dos EUA não diminuíram com Trump até agora, mostram dados

O governo dos Estados Unidos gastou mais durante o primeiro mês de mandato do presidente Donald Trump do que no mesmo período do ano anterior, em um sinal de que seu esforço de corte de custos ainda não conseguiu reduzir as pesadas obrigações fiscais do país, segundo uma análise da Reuters de dados federais. Trump congelou bilhões de dólares em ajuda externa e demitiu mais de 20.000 funcionários federais desde que voltou ao poder no mês passado. Seu principal responsável pela redução do orçamento, o bilionário da tecnologia Elon Musk, afirma ter economizado dezenas de bilhões de dólares. Mas qualquer economia foi superada até agora por gastos mais altos em programas de saúde e aposentadoria e pelo aumento dos pagamentos de juros, conforme mostram os registros de gastos do Departamento do Tesouro. No geral, o governo gastou cerca de US$710 bilhões entre 21 de janeiro e 20 de fevereiro, segundo os dados de gastos diários do Tesouro, acima dos cerca de US$630 bilhões durante um período comparável no ano passado.

update 10h36

Balanços dos bancos: quem ganhou e quem perdeu na quarta temporada de 2024?

Temporada dos bancos foi marcada por números fortes, mas preocupação de analistas e investidores com o que esperar para os próximos períodos.

update 10h34

Ibovespa vira para queda, com -0,01%, aos 125.967,44 pontos

update 10h33

Brasil abre 137.303 vagas formais de trabalho em janeiro, mostra Caged

O Brasil abriu 137.303 vagas formais de trabalho em janeiro, segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgados nesta quarta-feira pelo Ministério do Trabalho e Emprego. O resultado do mês passado foi fruto de 2.271.611 admissões e 2.134.308 desligamentos e ficou muito acima da expectativa de economistas apontada em pesquisa da Reuters de criação líquida de 48.000 vagas.

update 10h32

Ibovespa reduz ganhos, com +0,02%, aos 126.005,67 pontos

update 10h27

Haddad tem apoio de Lula e ministros do Planalto para suas iniciativas, diz Rui Costa

O ministro também minimizou os rumores sobre uma possível crise na equipe econômica e reforçou que o trabalho de Haddad é reconhecido dentro do governo.

update 10h26

Após balanços, Ambev (ABEV3) lidera ganhos do Ibov, com +4,60%, e WEG (WEGE3) lidera perdas, com -5,6%

update 10h25

Mercado mostra otimismo sobre balanços de construtoras voltadas ao MCMV

Analistas estão confiantes de que o quarto trimestre de 2024 foi marcado por bons resultados para construtoras brasileiras, em especial as voltadas para segmentos de baixa renda, com a Direcional Engenharia (DIRR3) sendo citada como destaque por analistas do setor. “O segmento de baixa renda deve atender em grande parte às expectativas de crescimento dos investidores, com a Direcional liderando o caminho, com uma expansão de lucro líquido de 67% ano a ano”, disseram analistas da XP, liderados por Ygor Altero, em relatório divulgado este mês. A perspectiva é ancorada no ritmo acelerado de vendas da Direcional observado nos últimos trimestres, disse Altero, que é analista-chefe do setor de real estate da XP, à Reuters. A empresa também é “menos alavancada” do que seus pares, e tem entregado uma boa diluição de despesas, acrescentou, o que apoia a perspectiva de melhora na dinâmica de geração de caixa. A Direcional, cujas ações acumulam valorização de 20,5% neste ano ante ganho de 12,3% do índice imobiliário da B3, anuncia resultado do quarto trimestre em 10 de março. Em 2024, o papel da construtora subiu 27,6%.

update 10h22

Siderúrgicas começam dia em alta; USIM5 sobe 1,86%, CSNA3 ganha 1,64%, GGBR4 avança 1,41% e GOUA4 sobe 1,12%

update 10h22

Ações de varejistas sobem juntas; CEAB3 ganha 1,31%, MGLU3 avança 1,08% e BHIA3 sobe 0,70%

update 10h21

Dólar comercial vira para alta de 0,01%, a R$ 5,755

update 10h19

Aéreas no começo da sessão: AZUL4, -3,41%; GOLL4, estável

update 10h19

Ibovespa avança em dia forte de balanços, Caged e dados da dívida pública

O Ibovespa começa a quarta-feira em alta, aos 126,3 mil pontos, com balanços corporativos dominando as atenções em dia de dados de dívida e do mercado de trabalho brasileiro. Sobem as ações de grandes bancos, Petrobras (PETR4) e Vale (VALE3). O dólar comercial cai a R$ 5,75 e os juros futuros operam mistos. Antes da abertura do mercado, Ambev (ABEV3), Klabin (KLBN11) e WEG (WEGE3) divulgaram seus resultados trimestrais. Após o fechamento será a vez de Petrobras (PETR4), BRF (BRFS3), Marfrig (MRFG3), Cosan (CSAN3), CPFL (CPFE3) e Ultrapar (UGPA3). Investidores devem ficar atentos ainda à possibilidade de novas trocas em ministérios do governo após o presidente Luiz Inácio Lula da Silva substituir a ministra da Saúde, Nísia Trindade, por Alexandre Padilha, que deixará a Secretaria de Relações Institucionais. Lula participa às 11h30 da abertura da primeira reunião de sherpas da presidência brasileira do Brics.Na pauta macroeconômica, o Ministério do Trabalho e Emprego divulga dados do Caged de janeiro às 10h30, enquanto o Tesouro apresenta às 14h30 os dados da dívida pública também de janeiro. Nos EUA, o Dow Jones Futuro opera com valorização de 0,21%, S&P500 avança 0,41% e Nasdaq Futuro ganha 0,61%. (Felipe Alves)

update 10h17

Supermercadistas avançam nesta abertura: ASAI3, +1,83%; CRFB3, +0,69%; GMAT3, +0,73%; PCAR3, +0,74%

update 10h16

Hapvida (HAPV3) inicia dia com mais 2,82%, a R$ 2,19

update 10h15

Frigoríficos sobem em bloco nesta abertura: BEEF3, +1,15%; BRFS3, +0,64%; JBSS3, +0,77%; MRFG3, +1,02%

update 10h14

Petro juniores iniciam sessão com ganhos: PRIO3, +0,33%; RECV3, +0,83%; BRAV3, +0,21%

update 10h13

Eletrobras (ELET3 ELET6) começa dia com ganhos de 1,12% e 0,98%, respectivamente

update 10h13

Ibovespa sai dos leilões com alta de 0,41%, aos 126.498,31 pontos

update 10h12

Embraer (EMBR3) começa dia com alta de 0,35%, a R$ 60,85

update 10h11

Grandes bancos iniciam dia com altas: BBAS3, +0,53%; BBDC4, +1,02%; ITUB4, +0,79%; SANB11, +0,72%

update 10h10

B3 (B3SA3) abre com alta de 0,37%, a R$ 10,84

update 10h09

Banco Central informa primeira parcial PTAX com compra a R$ 5,7468 e venda a R$ 5,7474

update 10h06

Petrobras inicia pregão com altas de 0,53% (PETR3) e 0,63% (PETR4)

update 10h06

Vale (VALE3) começa sessão com alta de 0,33%, a R$ 57,26

update 10h03

Ibovespa abre, preliminarmente, com alta de 0,02%, aos 126.008,68 pontos

update 10h01

Índice de Small Caps (SMLL) abre, preliminarmente, com alta de 0,05%, aos 1.856,72 pontos

update 9h59

Ibovespa futuro sobe 1,01%, aos 129.100 pontos

update 9h56

Preços da gasolina no Brasil não apresentam defasagem em relação à paridade internacional, diz Abicom

Petrobras (PETR3;PETR4) anunciou há 232 dias aumento dos preços da gasolina. Sobre o diesel, a estatal determinou um reajuste há 26 dias. A Associação Brasileira dos Importadores de Combustíveis publica o estudo diariamente, de segunda a sexta.

  • Diesel A S10 (média nacional): -4%, ou -R$ 0,13 (ontem: -4% ou -R$ 0,16)
  • Gasolina A (média nacional): +2%, ou +R$ 0,05 (ontem: 0% ou +R$ 0,01)
update 9h53

Ibovespa futuro avança 0,83%, aos 128.880 pontos

update 9h44

Dólar comercial cai 0,02%, a R$ 5,753

update 9h43

Vivo (VIVT3): banco mantém as estimativas inalteradas, com sinergias de concessão compensando as fraquezas do 4T24

O Bradesco BBi enxerga os resultados do 4T24 da Vivo (VIVT3) como “ligeiramente negativos”, como já esperado pelos analistas. “Embora os números principais superem o consenso e nossas estimativas, identificamos algumas tendências mais fracas que não contribuem para nossas projeções”, resume. A classificação para a ação segue outperform, com preço-alvo de R$ 60 inalterado.

update 9h37

ADRs PBRA e PBR da Petrobras avançam, respectivamente, 0,61%, a US$ 13,25, e 0,42%, a US$ 14,50 no pré-mercado

update 9h37

Ambev (ABEV3): banco percebe o 4T24 da empresa de forma mista com perspectivas e narrativas conflitantes para o ano fiscal de 2025

“Temos sentimentos mistos em relação aos resultados da Ambev (ABEV3) no 4T24, com Ebitda ajustado de R$ 9,6 bilhões, 12% acima da nossa previsão, explicado principalmente por uma superação na LAS”, diz o Itaú BBA. “Enquanto os negócios internacionais superaram as expectativas, as mensagens da divisão Brazil Beer giram em torno de uma dinâmica desafiadora de receita”. O banco acredita que as discussões de hoje “podem ser motivadas por dois cenários, com perspectivas e narrativas conflitantes para o ano fiscal de 2025. A Ambev está sendo negociada atualmente a 12x, com um alto nível de interesse a descoberto. Ainda assim, a falta de gatilhos operacionais no momento e um ambiente competitivo pouco claro para o ano fiscal de 2025 explicam nossa posição neutra sobre as ações”. A classificação é market perform, com preço-alvo de R$ 15.

update 9h36

ADRs da Vale sobem 0,40%, a US$ 9,93, no pré-mercado

update 9h31

Nova máxima: Ibovespa futuro avança 0,81%, aos 128.845 pontos

update 9h31

Klabin (KLBN11) tem lucro de R$543 mi no 4º tri e mira reduzir endividamento em 2025

A Klabin (KLBN11) reportou nesta quarta-feira lucro líquido de R$ 543 milhões no quarto trimestre do ano passado, alta de 47% em relação ao mesmo período do ano passado, em resultado marcado por melhora nas receitas, mas também crescimento expressivo no endividamento. A fabricante de papel e celulose encerrou o ano com dívida líquida de R$33,3 bilhões de reais, um aumento de 65% ano a ano, com a alavancagem dívida líquida/Ebitda alcançando 4,5 vezes, de 3,2 vezes um ano antes e 4,1 vez no terceiro trimestre. No material de balanço, a companhia disse que “inicia o ano de 2025 com um direcionamento claro de avanço em sua estratégia de desalavancagem”. O volume de vendas subiu 6% no trimestre sobre um ano antes, para 1 milhão de toneladas, com a receita líquida avançando 17%, a R$5,3 bilhões. A Klabin informou um custo caixa de R$3.173 por tonelada, dentro do previsto pela companhia. Incluindo paradas de instalações para manutenção, a cifra foi de R$3.402, crescimento de 13% sobre um ano antes.

update 9h25

Índice EWZ sobe 0,59% na pré-abertura dos EUA

update 9h24

Ibovespa futuro renova máxima, com +0,70%, aos 128.715 pontos

update 9h21

Ibovespa futuro amplia ganhos, com +0,64%, aos 128.630 pontos

update 9h20

DIs: juros futuros abrem dia com altas por toda a curva

Taxa (%) Variação (pp)
DI1F26 14,605 0,020
DI1F27 14,525 0,050
DI1F28 14,425 0,065
DI1F29 14,485 0,075
DI1F31 14,630 0,090
DI1F33 14,650 0,100
DI1F35 14,630 0,100
update 9h13

Ausências e disputas marcam reunião do G20 sobre pobreza global

A África do Sul tentava salvar as negociações internacionais sobre o combate à pobreza global na quarta-feira, quando os chefes de finanças de várias economias importantes faltaram a uma reunião do Grupo dos 20 países na Cidade do Cabo, realizada em um cenário de cortes de ajuda externa. A reunião de dois dias ocorre depois que o governo Trump anunciou planos para cortar o braço da Usaid e o Reino Unido reduziu seu orçamento de ajuda em 40% para desviar fundos para gastos com defesa. As disputas sobre comércio, a guerra na Ucrânia e como lidar com a mudança climática há muito tempo dificultam o progresso sério do grupo G20 em relação aos desafios globais, mas as últimas ausências podem minar ainda mais sua credibilidade. Depois que o secretário do Tesouro dos EUA, Scott Bessent, confirmou que não compareceria, os ministros das finanças de Japão, Índia e Canadá também se retiraram. Outros reduziram sua presença e a principal autoridade econômica da União Europeia optou por ficar de fora.

update 9h07

Crédito amplo teve crescimento forte apesar de alta de juros e endividamento elevado, diz ata do Comef

O Comitê de Estabilidade Financeira (Comef) do Banco Central avalia que o crédito amplo apresentou crescimento forte apesar do ambiente marcado por elevação da taxa básica de juros e pelo alto endividamento de famílias e de empresas. A ata da reunião de fevereiro do Comef, divulgada nesta quarta-feira, apontou que o ritmo de crescimento do crédito bancário seguiu acelerando na carteira às micro, pequenas e médias empresas (MPMEs), que já apresenta materialização de risco e endividamento elevados. Em relação às famílias, além da aceleração do crédito nas modalidades de maior risco, houve segundo o BC leve piora na qualidade das concessões do crédito não consignado. A taxa básica de juros Selic está atualmente em 13,25% ao ano e o Banco Central já indicou novo aumento de 1 ponto em março. “As famílias estão com comprometimento de renda e endividamento elevados e em ascensão para todas as faixas de renda”, apontou o documento, ressaltando que o mercado de capitais segue crescendo em ritmo superior ao do crédito bancário e não apresenta sinais de inflexão. “Na visão do Comitê, esse cenário requer cautela e diligência adicionais no mercado de crédito”, completou. Segundo a ata, outro ponto de atenção é o cenário global prospectivo, que ainda apresenta riscos que podem levar à materialização de cenários de reprecificação de ativos financeiros globais.

update 9h06

Dólar comercial abre em queda de 0,24%, cotado a R$ 5,742 na compra e na venda

update 9h05

Bitcoin Futuro (BITFUT) inicia sessão com avanço de 0,23%, aos 507.580,00

update 9h04

Minidólar com vencimento em março (WDOH25) começa o dia com baixa de 0,05%, cotado a 5.740,50

update 9h03

Mini-índice com vencimento em abril (WINJ25) abre com alta de 0,54%, aos 128.490 pontos

update 9h01

Dólar futuro abre em queda de 0,07%, cotado aos 5.738,50 pontos

update 9h01

Ibovespa futuro abre em alta de 0,55%, cotado aos 128.485 pontos

update 8h59

Embraer (EMBR3) aprova pausa de 4 anos para desenvolvimento do jato E175-E2

Companhia espera retomar as atividades de desenvolvimento do Programa E175-E2 após o período indicado.

update 8h55

Arena Trader XP: Day Trade ao vivo com Alex Carvalho

update 8h50

Minidólar (WDOH25): Confira os pontos de suporte e resistência para esta quarta (26)

Saiba o que esperar para o minidólar hoje.

update 8h47

Mini-índice (WINJ25): confira os pontos de suporte e resistência nesta quarta (26)

O que esperar para o mini-índice hoje.

update 8h44

Selic: 94% do mercado vê nova alta de 1,00 pp dos juros na reunião de março

A maioria do mercado prevê que o Copom deverá elevar os juros no país nas próximas reuniões. Com o atual patamar de 13,25% a/a, a maioria do mercado projeta que na reunião de 19 de março haverá um novo aumento de 1,00 pp. Os dados são reflexos dos contratos de opções de Copom da B3. Assim, o contrato que precifica alta de 1,00 pp da Selic fechou ontem a 94 – ou seja, o mercado aponta 94% de chance deste cenário ocorrer.

19/03 07/05
Manutenção 0,20% 18%
Aumento de 0,25% 16%
Aumento de 0,50% 3,64% 45%
Aumento de 0,75% 0,83% 13,50%
Aumento de 1% 94,07% 5,50%
Aumento de 1,25% 0,25%
Aumento de 1,5% 0,25%

 

update 8h40

CME/FedWatch: projeção de manutenção dos juros para 19 de março está em 97%

19/03 07/05
4,50%-4,25% 97,5% 79,3%
4,25%-4,00% 2,5% 20,2%
4,00%-3,75% 0,5%
update 8h37

Após cofre transbordar, qual banco vai pagar mais dividendos em 2025? Veja simulação

Os gigantes do setor bancário têm dividend yield projetado (estimativa do rendimento de um papel apenas com o pagamento de dividendos) variando entre 8% e 10,80% em 2025.

update 8h33

XP: Oportunidades de swing trade para hoje, por Gilberto Coelho

update 8h27

Câmara dos Deputados dos EUA avança com plano de corte de impostos de Trump

A Câmara dos Deputados dos Estados Unidos, controlada pelos republicanos, avançou na terça-feira com a agenda de corte de impostos e segurança na fronteira do presidente Donald Trump, dando um grande impulso às suas prioridades para 2025. A votação da aprovação foi de 217 a 215, com o deputado Thomas Massie sendo o único republicano a votar em oposição. Nenhum democrata apoiou a medida polêmica, e um deles não votou. A medida é um passo preliminar para estender os cortes de impostos de 2017 de Trump ainda este ano. A votação de terça-feira enviou a peça orçamentária para o Senado, onde se espera que os republicanos a aprovem. “Temos muito trabalho duro pela frente, mas vamos cumprir a agenda American First”, disse o presidente da Câmara, Mike Johnson, a repórteres após a votação. “Vamos comemorar esta noite e arregaçaremos as mangas e voltaremos a trabalhar pela manhã.” A votação final ocorreu depois que Johnson e o segundo republicano da Câmara, Steve Scalise, passaram horas convencendo os resistentes a apoiar a medida.

update 8h24

Bitcoin recupera parte das perdas e ronda os US$ 89 mil; até onde queda pode ir?

Analista aponta possíveis alvos para o BTC caso o cenário macro continue em deterioração.

update 8h21

Votação da LOA é adiada

A votação da Lei Orçamentária Anual (LOA) de 2025 foi adiada para 17 de março, segundo o relator, senador Angelo Coronel (PSD). A nova data posterga em uma semana a previsão inicial de 11 de março, devido à necessidade de debates entre líderes partidários. O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, criticou a demora e cogitou acionar o Tribunal de Contas da União (TCU), o que gerou reações no Congresso. O adiamento foi atribuído à prioridade dada ao pacote de corte de gastos do governo e à disputa entre Executivo e Legislativo sobre emendas parlamentares.

update 8h18

Quaest: Lula perderia para Bolsonaro e Tarcísio em ao menos 5 de 8 estados

Presidente enfrenta aumento da rejeição e perderia em um segundo turno na maioria dos estados pesquisados; veja números.

update 8h16

Quaest: desaprovação a Lula supera 60% em SP, RJ e MG; aprovação desaba em PE e BA

Pesquisa aponta crescimento da rejeição ao presidente.

update 8h15

WEG (WEGE3) tem lucro de R$ 1,7 bi no 4º tri

A WEG (WEGE3) anunciou nesta quarta-feira lucro líquido de R$1,69 bilhão, queda de 2,9% sobre o desempenho de um ano antes, apesar de um avanço de quase 30% na receita do período, segundo balanço divulgado pela fabricante de motores elétricos e equipamentos de automação e geração de energia. A companhia apurou um resultado operacional medido pelo lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) de R$2,39 bilhões para o período de outubro ao final de dezembro, expansão de 30,5%. Analistas, em média, esperavam lucro líquido de R$1,6 bilhão com Ebitda de R$2,38 bilhões para a Weg no período, de acordo com dados da Lseg. A empresa teve uma receita líquida de R$10,82 bilhões no quarto trimestre, crescimento de 26,4% na comparação anual e ante expectativa média do mercado de faturamento de R$10,58 bilhões, segundo a Lseg.

update 8h13

Agenda do dia tem Caged e vários balanços

O mercado de trabalho brasileiro terá novos dados nesta quarta-feira (26) com a divulgação do Caged de janeiro, prevista para as 14h30. O ministro do Trabalho, Luiz Marinho, antecipou que o saldo de empregos formais ultrapassará 100 mil postos no mês. Durante um evento com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, Marinho afirmou que a geração de empregos deve continuar ao longo do ano, impulsionada pelos investimentos no país. O indicador é acompanhado de perto para avaliar a dinâmica do mercado de trabalho e seus efeitos na economia. Depois do fechamento dos mercados, a Petrobras, Braskem, C&A, Cosan, CPFL Energia, Kepler Weber, Marfrig, Qualicorp e Ultrapar divulgam seus resultados trimestrais. Nos Estados Unidos, dois dados importantes serão divulgados ao meio-dia. O relatório de novas moradias trará informações sobre o setor imobiliário, fornecendo um panorama sobre a demanda e a atividade na construção civil. No mesmo horário, os estoques de petróleo serão anunciados, oferecendo sinais sobre o equilíbrio entre oferta e demanda no mercado de energia. Ambos os indicadores são acompanhados por investidores e analistas para medir tendências econômicas e potenciais ajustes nas políticas monetárias.

update 8h11

Confiança do consumidor alemão para março piora inesperadamente, aponta GfK

Os analistas ouvidos pela Reuters esperavam que a confiança aumentasse ligeiramente, para -21,4 pontos.

update 8h10

Barris de petróleo têm leves perdas e minério de ferro cai

Os preços do petróleo começaram o dia em alta, mas viraram para leves quedas. As cotações do minério de ferro na China caíram pela terceira sessão consecutiva nesta quarta, pressionados pelas perspectivas sombrias para as exportações de aço chinesas e pelas tensões comerciais intensificadas entre os EUA e a China, maior consumidora. O minério de ferro de referência para março na Bolsa de Cingapura caiu 0,22%, para US$ 105,8 a tonelada.

  • Petróleo WTI, -0,04%, a US$ 68,90 o barril
  • Petróleo Brent, -0,15%, a US$ 72,91 o barril
  • Minério de ferro negociado na bolsa de Dalian, -0,98%, a 812 iuanes (US$ 112,03)
update 8h07

Ambev (ABEV3) tem lucro líquido de R$ 5,024 bilhões no 4º tri, alta de 11% em um ano

A companhia destaca que o lucro ajustado teve alta anual de 7,5% no trimestre, a R$ 5,018 bilhões.

update 8h07

Europa: bolsas sobem até 1% em meio a balanços

Os mercados europeus operam em alta, com os investidores acompanhando a divulgação de resultados divulgados por empresas como Adecco Group, AB InBev, E.On, Danone, Munich Re, Uniper, Stellantis, Wolters Kluwer, Aston Martin Lagonda, Covestro e Deutsche Telekom. A fabricante da Budweiser, AB InBev, liderou os ganhos no Stoxx 600 nas primeiras negociações, com suas ações subindo mais de 7% após a empresa reportar vendas acima das expectativas no quarto trimestre. Na geopolítica, a Ucrânia chegou a um acordo com os EUA para desenvolver conjuntamente seus recursos naturais, segundo fontes ouvidas pela Bloomberg. O movimento pode ajudar a reduzir as recentes tensões com Trump e fortalecer a meta de seu governo de alcançar um cessar-fogo com a Rússia. A França espera que os EUA apoiem as tropas europeias na manutenção da paz assim que um cessar-fogo for firmado entre Ucrânia e Rússia.

  • FTSE 100 (Reino Unido): +0,60%
  • DAX (Alemanha): +1,29%
  • CAC 40 (França): +1,10%
  • FTSE MIB (Itália): +0,91%
  • STOXX 600: +0,78%
update 8h05

Ações de China e Hong Kong saltam com retomada da alta da tecnologia por novo impulso da IA

As ações da China e de Hong Kong se recuperaram nesta quarta-feira, com a retomada da alta da tecnologia devido ao novo impulso de IA do país e com o avanço do setor financeiro diante do plano de fusão da CICC e da Galaxy Securities. No fechamento, o índice de Xangai teve alta de 1,02%, chegando perto da máxima desde dezembro de 2024, enquanto o índice CSI300, que reúne as maiores companhias listadas em Xangai e Shenzhen, avançou 0,87%. O índice Hang Seng, de Hong Kong, subiu 3,27%, interrompendo dois dias de perdas. O Alibaba subiu 4,8%, recuperando as perdas de terça-feira, depois de anunciar planos para disponibilizar publicamente o modelo de IA para geração de vídeo e imagem. “A narrativa de reavaliação da tecnologia da China ainda está presente devido ao otimismo em relação à IA, e o impulso deve ter um pouco mais de espaço após consolidação”, disse Kenny Ng, estrategista da Everbright Securities International.

  • Shanghai SE (China), +1,02%
  • Nikkei (Japão): -0,25%
  • Hang Seng Index (Hong Kong): +3,27%
  • Kospi (Coreia do Sul): +0,41%
  • ASX 200 (Austrália): -0,14%
update 8h02

EUA: índices futuros avançam após dias seguidos de perdas

Os índices futuros dos EUA operam em alta nesta quarta-feira (26), após o S&P 500 registrar seu quarto dia consecutivo de perdas. O mercado também aguarda com expectativa o balanço da Nvidia, considerada a queridinha de inteligência artificial (IA). Os investidores têm reavaliado as gigantes da tecnologia dos EUA desde que a startup chinesa DeepSeek abalou o setor com uma tecnologia de IA aparentemente mais acessível, mas tão avançada quanto a das líderes de mercado. Já a guerra tecnológica dos EUA com a China deve se intensificar com o governo do presidente Donald Trump planejando restrições mais rígidas às exportações de semicondutores para a China. Trump já assinou um memorando restringindo o investimento chinês nos EUA em áreas estratégicas.

  • Dow Jones Futuro: +0,27%
  • S&P 500 Futuro: +0,51%
  • Nasdaq Futuro: +0,81%
update 8h01

O Índice de Confiança da Indústria (ICI) do FGV IBRE fica estável em fevereiro

O Índice de Confiança da Indústria (ICI) do FGV IBRE se manteve relativamente estável ao recuar 0,1 ponto em fevereiro, para 98,3 pontos. Em médias móveis trimestrais, o índice recuou 0,3 ponto, para 98,8 pontos.

update 7h59

Abertura de mercados

Uma série de balanços corporativos nacionais são esperados nesta quarta-feira, incluindo da Petrobras (PETR4), bem como dados de dívida e de criação de vagas de trabalho. Antes da abertura do mercado, divulgam seus resultados trimestrais Ambev (ABEV3), Klabin (KLBN11) e WEG (WEGE3). Após o fechamento será a vez de Petrobras, BRF (BRFS3), Marfrig (MRFG3), Cosan (CSAN3), CPFL (CPFE3) e Ultrapar (UGPA3). Investidores devem ficar atentos ainda à possibilidade de novas trocas em ministérios do governo após o presidente Luiz Inácio Lula da Silva substituir a ministra da Saúde, Nísia Trindade, por Alexandre Padilha, que deixará a Secretaria de Relações Institucionais.Lula participa às 11h30 da abertura da primeira reunião de sherpas da presidência brasileira do Brics. Na pauta macroeconômica, o Ministério do Trabalho e Emprego divulga dados do Caged de janeiro às 10h30, enquanto o Tesouro apresenta às 14h30 os dados da dívida pública também de janeiro. No exterior, as ações globais subiam depois que a Câmara dos Deputados avançou com os planos de cortes de impostos do presidente Donald Trump, o que também dava sustentação ao dólar e ajuda os rendimentos dos Treasuries a recuperar parte do terreno perdido. Controlada pelos republicanos, a Câmara aprovou de maneira estreita na terça-feira o plano de cortes de US$4,5 trilhões de Trump, enviando a peça orçamentária ao Senado. (Reuters)

update 7h54

Principais índices em Nova York terminaram ontem de forma mista

Investidores em Wall Street seguem preocupados com a questão das tarifas, após Donald Trump, presidente dos EUA, ter reavivado ontem a ideia de tarifar México e Canadá, os dois maiores parceiros comerciais do país. Há ainda um recente declínio das ações de tecnologia, especialmente de Inteligência Artificial, antes do balanço de Nvidia, que sai amanhã. “Os investidores no mercado de forma mais ampla, eles quase querem acreditar que o comércio de IA acabou. Eles estão procurando evidências e razões para duvidar”, disse à CNBC Doug Clinton, sócio-gerente da Deepwater Asset Management. “Da nossa perspectiva, o comércio de IA ainda é real. Não acho que esse boom acabou. Ainda acho que temos de dois a quatro anos pela frente”.

Dia (%) Pontos
Dow Jones 0,37 43.621,16
S&P 500 -0,47 5.955,25
Nasdaq -1,35 19.026,39
update 7h52

DIs: juros futuros fecharam sessão de ontem com quedas por toda a curva

Taxa (%) Variação (pp)
DI1F26 14,585 -0,045
DI1F27 14,475 -0,085
DI1F28 14,360 -0,040
DI1F29 14,410 -0,030
DI1F31 14,540 -0,010
DI1F33 14,550 -0,020
DI1F35 14,530 -0,040
update 7h50

Dólar comercial terminou ontem com baixa de 0,01%

O dólar voltou a cair diante do real, em dia de oscilações. O movimento foi na mesmo direção da divisa norte-americana no resto do planeta, que na comparação com as principais moedas do mundo fez o índice DXY ficou em baixa de 0,28%, aos 106,30 pontos.

  • Venda: R$ 5,755
  • Compra: R$ 5,754
  • Mínima: R$ 5,744
  • Máxima: R$ 5,813
update 7h45

Ibovespa fechou ontem com alta de 0,46%, aos 125.979,50 pontos

  • Máxima: 126.717,95
  • Mínima: 125.382,40
  • Diferença para a abertura: +578,12 pontos
  • Volume: R$ 21,90 bilhões

Confira a evolução do IBOV durante a semana, mês e ano:

  • Segunda-feira (24): -1,36%
  • Terça-feira (25): +0,46%
  • Semana: -0,90%
  • Fevereiro: -0,12%
  • 1T25: +4,74%
  • 2025: +4,74%

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