Percepção econômica piora nos principais colégios eleitorais, aponta Quaest

Luiz Inácio Lula da Silva (PT), presidente da República, e o ministro da Fazenda, Fernando Haddad (PT) (Foto: Ricardo Stuckert/PR)

A percepção econômica da população piorou nos oito estados que concentram 62% do eleitorado brasileiro, segundo pesquisa da Quaest divulgada nesta quarta-feira (26). O levantamento avaliou a gestão econômica do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e do ministro da Fazenda, Fernando Haddad.

Os entrevistados foram questionados se a economia do país “melhorou, ficou quase do mesmo jeito ou piorou”. A maioria apontou piora, com os seguintes percentuais:

  • São Paulo: 62%
  • Minas Gerais: 59%
  • Rio de Janeiro: 60%
  • Bahia: 50%
  • Paraná: 61%
  • Rio Grande do Sul: 56%
  • Pernambuco: 51%
  • Goiás: 58%

A percepção de melhora foi significativamente menor, variando entre 9% (São Paulo) e 18% (Pernambuco).

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Preço dos alimentos e inflação

A pesquisa também abordou a percepção sobre a variação nos preços dos alimentos. Entre 92% e 96% dos entrevistados afirmaram que os valores subiram nos mercados, supermercados e feiras onde costumam comprar.

Esse cenário é corroborado pelo IPCA-15, considerado a prévia da inflação oficial do país, que acelerou 1,23% em fevereiro, segundo o IBGE. O índice ficou 1,12 ponto percentual acima da taxa de janeiro (0,11%).

No acumulado de 12 meses, a prévia da inflação está em 4,96%. Entre os grupos pesquisados pelo IBGE, os que mais pressionaram o índice foram Habitação, com alta de 4,34%, Educação, com alta de 4,78% e Alimentação e bebidas, que registrou aumento de 0,61% em fevereiro.

No acumulado de 12 meses, a prévia da inflação está em 4,96%. Entre os grupos pesquisados pelo IBGE, os que mais pressionaram o índice foram:

  • Habitação, com alta de 4,34%;
  • Educação, com alta de 4,78%;
  • Alimentação e bebidas, que registrou aumento de 0,61% em fevereiro.

Em fevereiro de 2024, o IPCA-15 havia registrado alta de 0,78%.

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