Nutris listam alimentos considerados “inimigos” da longevidade

Existem alimentos que, se consumidos em excesso, podem ser prejudiciais ao organismo, impactando diretamente na expectativa de vida. Sendo assim, precisam ser ingeridos de maneira moderada ou até mesmo evitados por oferecerem riscos à saúde.

É comum que essa restrição seja reforçada em função das mudanças no processamento dos alimentos no corpo principalmente depois de uma certa idade. Por isso, é importante repensar a dieta para promover o bem-estar e prevenir doenças.

De acordo com o nutricionista Bruno Yamada, com o passar dos anos, o organismo passa por mudanças naturais que afetam o metabolismo, a digestão e a absorção de nutrientes. “Por isso, alguns alimentos podem representar riscos à saúde e devem ser consumidos com cautela ou até evitado”, alerta.

A seguir, confira quais são esses alimentos e seus melhores substitutos:

Ultraprocessados

Presuntos, salsichas e biscoitos recheados contêm grandes quantidades de sódio, açúcar, gorduras ruins e aditivos químicos que podem sobrecarregar o organismo. Yamada adverte que o consumo frequente desses alimentos pode aumentar o risco de hipertensão, diabetes, inflamação e problemas cardiovasculares.

Os melhores substitutos são carnes frescas, frutas, oleaginosas sem sal e snacks naturais como chips de coco ou de batata-doce assados.

Foto colorida de alimentos ultraprocessados, incluindo balinhas, barras de chocolate, copo de refrigerante, donuts, cookies e muffins - Metrópoles
Doces e refrigerantes são alguns exemplos de alimentos ultraprocessados com muito açúcar

Açúcar refinado

Doces industrializados, açúcar branco e refrigerantes aumentam os níveis de glicose no sangue. A tendência é que, ao longo dos anos, o corpo tenha maior dificuldade de fazer o controle dessa glicose, ou seja, o consumo em excesso de açúcar pode acabar aumentando o risco de diabetes tipo 2.

O ideal, segundo Yamada, é utilizar frutas como as tâmaras para substituir o açúcar em receitas.

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Um estudo feito por pesquisadores da Universidade de Tohoku, no Japão, mostra que entre 30 e 60 minutos de exercícios de fortalecimento muscular por semana é o suficiente

De acordo com os resultados da pesquisa, o risco de morte prematura entre as pessoas que se movimentam é entre 10% e 17% menor do que o verificado em pessoas sedentárias
Exercícios que utilizam o peso do próprio corpo, como a musculação e a prática de esportes, são algumas das recomendações. Além disso, atividades como Tai chi e ioga são indicadas para fortalecer ossos e músculos
Manter o corpo ativo ajuda ainda a melhorar resultados da menopausa, de períodos pós-operatório e pode ajudar a prevenir fraturas nos ossos, por exemplo. Além disso, auxilia no aumento da energia, e melhora o humor e o sono
Segundo especialistas, pessoas que se exercitam por, ao menos, meia hora na semana demonstram redução do risco de morte, doenças cardíacas e câncer. Uma hora semanal de atividades de fortalecimento muscular também foi relacionada à diminuição do risco de diabetes
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Exercícios que fortalecem os ossos e os músculos são essenciais para evitar doenças e demais problemas de saúde. Além de melhorar o equilíbrio, exercitar-se ao menos duas vezes por semana é um dos segredos para prolongar a expectativa de vida e envelhecer melhor

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Um estudo feito por pesquisadores da Universidade de Tohoku, no Japão, mostra que entre 30 e 60 minutos de exercícios de fortalecimento muscular por semana é o suficiente

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De acordo com os resultados da pesquisa, o risco de morte prematura entre as pessoas que se movimentam é entre 10% e 17% menor do que o verificado em pessoas sedentárias

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Exercícios que utilizam o peso do próprio corpo, como a musculação e a prática de esportes, são algumas das recomendações. Além disso, atividades como Tai chi e ioga são indicadas para fortalecer ossos e músculos

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Manter o corpo ativo ajuda ainda a melhorar resultados da menopausa, de períodos pós-operatório e pode ajudar a prevenir fraturas nos ossos, por exemplo. Além disso, auxilia no aumento da energia, e melhora o humor e o sono

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Segundo especialistas, pessoas que se exercitam por, ao menos, meia hora na semana demonstram redução do risco de morte, doenças cardíacas e câncer. Uma hora semanal de atividades de fortalecimento muscular também foi relacionada à diminuição do risco de diabetes

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A massa muscular e óssea do corpo humano atinge o pico antes dos 30 anos. A partir dessa idade, começa um decaimento natural, ou seja, indivíduos que começam a se exercitar na juventude terão aumento da força óssea e muscular ao longo da vida

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Pessoas que se exercitam depois dos 30 anos reduzem a queda natural do corpo, conseguem preservar a força óssea e muscular e vivem muito melhor

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Frituras e gorduras saturadas

Batatas fritas, salgados fritos, margarinas e fast-food podem aumentar os níveis de colesterol “ruim” (LDL) e inflamar o organismo. “Favorecendo problemas cardíacos”, descreve o especialista, que atua na clínica SoulNutro.

Por isso, a melhor forma de evitar o processo de fritura é optar por preparações assadas ou grelhadas.

Carnes vermelhas processadas em excesso

O bacon e as carnes gordurosas podem sobrecarregar os rins e aumentar a inflamação no corpo. Uma fonte saudável de proteínas seriam as carnes magras como frango e o peixe. Yamada sugere incluir também vegetais e leguminosas, como feijão e lentilha.

Outros cuidados

Segundo o nutricionista Guilherme Rodrigues, o excesso de sal também pode ser prejudicial. Por isso, o mais indicado na hora de preparar as refeições seria procurar por temperos naturais, como ervas e especiarias.

Foto de estoque de ingredientes de cozimento e tempero: legumes, ervas e especiarias no fundo branco

Os adoçantes naturais, como mel, também são opções viáveis para evitar o açúcar.

Por fim, outra recomendação de Rodrigues é evitar as bebidas alcoólicas. “Em excesso, elas podem afetar o fígado, aumentar a pressão arterial e causar desidratação”, alerta o especialista que atua no Grupo Mantevida.

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