Investidor promove nova “corrida do ouro” diante de tarifaço de Trump

Em meio às incertezas, o mercado promoveu uma nova “corrida do ouro” nesta quarta-feira (2/4). Ao final do pregão, o metal bateu novo recorde. Os contratos para junho avançaram 0,64%, fechando a US$ 3.166,2 por onça-troy na divisão de metais da New York Mercantile Exchange (Nymex).

No ano, o ouro acumula alta de 17% ao ano. Ele tem servido de refúgio aos investidores que tentam escapar dos solavancos provocados pelas ameaças do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de elevar as tarifas de importação de produtos.

O ouro é considerado um dos investimentos mais seguros contra instabilidades. As ações negociadas em Bolsas de Valores, em contrapartida, perdem espaço em cenários conturbados. Elas são ativos de risco, como definem os agentes econômicos.

Hoje, por exemplo, em meio às turbulência provocadas pelo republicano, os principais índices da Europa caíram em bloco. O Stoxx 600, que reúne empresas de 17 países da região, registrou queda de 0,61%. O FTSE 100, da Bolsa de Londres, baixou 0,30%. Na Alemanha, o DAX, de Frankfurt, recuou 0,66%, e o CAC 40, de Paris, perdeu 0,22%.

Na Ásia, os mercados ficaram divididos. Em Tóquio, o índice Nikkei subiu 0,28%, aos 35,7 mil pontos. Na Bolsa de Seul, porém, o Kospi terminou o pregão em baixa de 0,68%. Em Hong Kong e na China continental os índices permaneceram estáveis.

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