Pai de Gerson, do Flamengo, vira réu após dirigir bêbado e ser preso

A coluna Fábia Oliveira descobriu que além dos próprios jogadores de futebol, seus familiares também podem ser protagonistas de confusões. Dessa vez, Marcos Antônio da Silva, pai de Gerson Santos, do Flamengo, aparece como réu em uma ação após ser preso em flagrante alcoolizado em um acidente de carro.

Entenda o caso

No processo ao qual a coluna teve acesso, Marcel Lattari da Rocha e Fernanda da Costa Luís contaram que no dia 08 de fevereiro de 2024, um domingo, colidiram com um veículo conduzido por Marcos Antônio da Silva. O empresário, pai de Gerson, estava na contramão e teria sido o responsável por causar o acidente.

Segundo os documentos, Marcos dirigia em alta velocidade e de forma descontrolada. A colisão chegou a fazer o veículo dos autores rodopiar, sair e voltar para pista. No automóvel, além do casal, estava uma bebê recém-nascida.

Para agravar a situação, a criança estava na lateral do carro que foi atingida pela batida. Ela teria, como resultado, sofrido contusões no pescoço e na área do ombro.

 

Prisão em flagrante

Marcel Lattari da Rocha e Fernanda da Costa Luís afirmaram que Marcos estava altamente embriagado a ponto de deixar o veículo logo após o acidente e urinar em sua frente. Com a chegada dos policiais, o pai de Gerson teria sido preso em flagrante.

De acordo com os relatos, o empresário chegou a brigar com os oficiais e se gabado da condição de ser pai de um atleta do Flamengo. Uma fiança de R$ 5 mil foi paga pelo réu.

Pedidos na Justiça

Na ação, Marcel e Fernanda revelaram ter suportado valores altos tentando providenciar o conserto do carro. Em negociações, após aparente cooperação, o empresário ofereceu R$ 18 mil para cobrir os gastos. O casal considerou o valor aquém do prejuízo e, após a recusa, o pai de Gerson teria parado de atender a telefonemas e se fechado para novos diálogos.

Na Justiça, o casal pede cerca de R$ 60 mil de indenização. O valor inclui danos materiais causados pelo prejuízo com o acidente e os danos morais resultantes do episódio.

Apesar de os fatos terem ocorrido em fevereiro de 2024, o processo judicial teve início apenas no dia 21 de março de 2025.

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